Nova faixa do Minha Casa Minha Vida será bancada pelo Tesouro

Nova faixa do Minha Casa Minha Vida será bancada pelo Tesouro

A nova faixa de beneficiários a ser criada para a terceira fase do programa habitacional Minha Casa Minha Vida terá uma participação maior de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mas ainda contará com suporte do Tesouro Nacional, disse o fundador da MRV e presidente da Associação Brasileira das Incorporadoras (Abrainc), Rubens Menin. O volume de recursos a ser subsidiado pelo Tesouro e a parcela do FGTS, porém, ainda não foram definidos, disse Menin, que participa das negociações com o governo representando o setor da construção.

Segundo ele, a nova Faixa 1 do Minha Casa Minha Vida atenderá o público com renda de 1.100 até 2.200 reais. Atualmente, a primeira faixa do programa habitacional vale para famílias com renda mensal de 1.600 reais, com subsídio quase integral do governo.

A nova faixa de beneficiários a ser criada para a terceira fase do programa habitacional Minha Casa Minha Vida terá uma participação maior de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mas ainda contará com suporte do Tesouro Nacional, disse o fundador da MRV e presidente da Associação Brasileira das Incorporadoras (Abrainc), Rubens Menin. O volume de recursos a ser subsidiado pelo Tesouro e a parcela do FGTS, porém, ainda não foram definidos, disse Menin, que participa das negociações com o governo representando o setor da construção.

Segundo ele, a nova Faixa 1 do Minha Casa Minha Vida atenderá o público com renda de 1.100 até 2.200 reais. Atualmente, a primeira faixa do programa habitacional vale para famílias com renda mensal de 1.600 reais, com subsídio quase integral do governo.

A nova faixa de beneficiários a ser criada para a terceira fase do programa habitacional Minha Casa Minha Vida terá uma participação maior de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mas ainda contará com suporte do Tesouro Nacional, disse o fundador da MRV e presidente da Associação Brasileira das Incorporadoras (Abrainc), Rubens Menin. O volume de recursos a ser subsidiado pelo Tesouro e a parcela do FGTS, porém, ainda não foram definidos, disse Menin, que participa das negociações com o governo representando o setor da construção.

Segundo ele, a nova Faixa 1 do Minha Casa Minha Vida atenderá o público com renda de 1.100 até 2.200 reais. Atualmente, a primeira faixa do programa habitacional vale para famílias com renda mensal de 1.600 reais, com subsídio quase integral do governo.

FONTE: http://veja.abril.com.br/

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